Pontos Cantados Xangô

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Pai Xangô me dê Ago

É Xango seu latrim seu agodo
Me dê maleime
Pai Xangô me de agô
Com sua pemba ô, eu vencerei
Lá na pedreira Pai Xangô é sempre rei

Em cima daquela pedreira

Em cima daquela pedreira,
tem um livro que é de Xangô
Kaô, Kaô, Kaô Kabecile é de Xangô 

Xangô Kaô

O Gino olha sua banda
O Gino olha o seu conga
a onde o rochinol cantava
a onde Xangô morava
ele é filho da cobra coral
ele é filho da cobra coral
ele é filho da cobra coral
Kâo 

Saravá Xangô Agodô

Saravá Xangô Agodô
Saravá a Coroa de Xangô
Afirma ponto nas pedreiras
Pra seus filhos pai Xangô
E no terreiro Saravá Babalaô
Saravá Xangô, Saravá Babalaô
Saravá Xangô, Saravá Babalaô
Saravá Xangô Agodô
Saravá o reino de Xangô
E no terreiro Saravá Babalaô
Saravá Xangô, Saravá Babalaô
Saravá Xangô, Saravá Babalaô

 Pedra rolou Pai Xangô

Pedra rolou Pai Xangô
Lá na pedreira
Segura a pedra meu Pai
Na cachoeira
Tenho o meu corpo fechado
Xangô é meu protetor
Segura pemba meu filho
Pai de cabeça chegou

 Saravei meu grande guia

Fui na macaia
Saravei meu grande guia
Bati cabeça pro meu Santo protetor
Gritei bem alto lá na grota funda
Kao Kabecilê

 Trovoada Roncar Lé Caô

Eu vi a água rolar
Trovoada roncar
De repente parou
Foi Iansa na cachoeira
Pai Xangô lá na Pedreira
Lé, lé, lé o Caô…

 Pedra rola da pedreira

Pedra rola da pedreira
Em cima de quem errou
Justiça quem faz é ele
Porque ele é Xangô
Com seu leão do lado
O seu machado na mão
Ele corta demanda
Traz seus filhos a proteção
Justiça maior é de meu pai Xangô
Justiça Verdadeira
O seu brado é tão alto
Ecoa na pedreira

 Xangô é meu Pai

Mais uma vez meu Pai Xangô me ajudou,
Vamos cantar neste Terreiro em seu louvor
Xangô é meu Pai, é meu protetor,
Na alegria e na tristeza nunca me abandonou

 Xangô Senhor da Guerra

Xangô faz Justiça com corisco e com trovão.
Xangô, Senhor da Guerra, Pai de bom coração.
Olhai os filhos teus, não nos deixe em aflição

 Tremeu a terra

Relampeou
Tremeu a terra
Meu Pai Xangô,
Desceu a serra.(bis)
Meu pai Xangô ô ô ô
Meu pai Xangô ô ô ô
Venha salvar
Os seus filhos na terra

 Ele bradou na aldeia

Ele bradou na aldeia
Bradou na cachoeira em noite de luar
No alto da pedreira
Vai fazer justiça, pra me ajudar    
Ele bradou na aldeia, Kâo kâo
E aqui vai bradar, Kâo kâo
Ele é Xangô da pedreira
Ele nasceu na cachoeira
Lá no Jurema

 Xango meu Orixá

Xangô, meu pai na Umbanda
Vem de Aruanda ele é meu Orixá
No alto de uma pedreira
Ele faz justiça pra seus filhos ajudar
Xangô na sua aldeia, não há maldade
Só o amor pode reinar, tu me ensinaste
A fazer a caridade
E pela terra a Umbanda exaltar
Meu pai com sua machada ele não ataca
É só para me guardar
E no seu livro ele escreve o meu destino
Meu pai Xangô ilumina meu caminho
Ele é Xangô, caô, caô!
Vencedor de demandas, ele é meu protetor

 Filhos do Xangô

Todo filho de Xangô é grande conquistador ôôô ôôô
Todo filho de Xangô é forte dominador ôôô ôôô
É gigante é guerreiro tem um fogo que o atiça
É vibrante é sem medo seu clamor pede justiça
Amalá quero ofertar Xangô
Meu cantar no pique do Agogô
Faz uma festa em teu louvor
Vermelho e branco com amor
Filhos de Xangô
Filhos de Xangô
Filhos de Xangô Caô
Filhos de Xangô
Filhos de Xangô
Filhos de Xangô Caô