Pontos Cantados PomboGira

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Cigana da Estrada

Quem neste mundo nunca ouviu dizer?
Quem neste mundo nunca ouviu falar?

De uma cigana que mora naquela estrada?
Ela fez sua morada sobre o clarão do luar.

Cigana da Estrada, força poderosa,
Me dê proteção e axé, ciganinha formosa.

Ela é a Cigana Formosa, Cigana Rosa

Quando ouvi,
Pela primeira vez
Aquela gargalhada,

Achei uma coisa tao linda,
Senti uma força cigana
Olhando no meio da roda
Tava lá uma cigana formosa
Ela era cigana formosa
Cigana Rosa,
Ela era cigana formosa
Cigana Rosa.

Laroye Pomba Gira Cigana

Ciganinha da sandália de prata

Ciganinha, Ciganinha da sandália de prata
Com um pandeiro na mão
E o baralho na outra a ciganinha desacata

Tata Mulambo ela mereceu ganhar

Tata Mulambo ela mereceu ganhar , ganhar o que ganhou
Tata Mulambo ela mereceu ganhar , ganhar o que ganhou
Foram 7 rosas na calunga , 7 marafos e uma saia de cetim
E com tudo isso não bastasse ela ganhou uma coroa de Atotô
Atoto meu pai , atotô meu senhor , Tata Mulambo mereceu o que ganhou

 Padilha da Calunga

Que vento é esse que vem lá da Catatumba
Que vento é esse que vem lá da Catatumba
Vai ver quem tá chegando á Padilha da Calunga
Vai ver quem tá chegando á Padilha da Calunga

Três amores, três caminhos, três mulheres

São três amores, três caminhos, três mulheres
São três amores, três caminhos, três mulheres
De dia quem manda é o sol, a noite quem manda é a lua,
No canteiro quem manda é rosa, na encruzilhada seu Tranca Rua
Uma é Maria Mulambo, a outra dona Padilha a terceira Dona Sete Saia Rainha da Encruzilhada

 Barraca Velha

Ganhei uma barraca velha
Foi a Cigana quem me deu
O que é meu é da Cigana
O que é dela não é meu
A Cigana puerê, puerê, puerá
A Cigana puerê, puerê, puerá

 Maria Padilha de Fé

Vinha caminhando pela alta madrugada
Sob o clarão da lua ouvi uma gargalhada
Linda morena formosa
Me diga quem você é
Eu sou a dona da rosa Maria Padilha de fé
Eu sou a dona da rosa Maria Padilha de fé
Posso abrir qualquer gira por ordem de lucifer
E no terreiro de Umbanda só não me conhece quem não quer
E no terreiro de Umbanda só não me conhece quem não quer

 Vinha caminhando a pé

Vinha caminhando a pé,
para ver se encontrava, a minha cigana de fé.
Eu vinha, Vinha caminhando a pé,
para ver se encontrava a minha cigana de fé.

Parou e leu minha mão, Laroyê Exu,
Me disse a pura verdade,
so queria saber,
aonde mora Pomba Gira Cigana

 Bombogira já cujanjô

Bombogira já cujanjô iá iá ô rê rê
Bombogira já cujanjô iá iá ô rê rê
Bombo gira cujango jango
Bombo gira cujango jango
Aê BomboGira ae BomboGira
Aê Bombogira vamos trabalhar
Aê BomboGira ae BomboGira
Leva as kisilas dessa casa pro lado de lá

 Naquela ventania Maria Padilha

Naquela ventania, ô ganga
Que sopra ao pé da serra
Vejo Maria Padilha, ô ganga
Que vem girar na terra

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Maria Padilha das Almas

Choveu, choveu
Só na Calunga que não choveu
Choveu, choveu
Só na Calunga que não choveu

É que a Dona Padilha das Almas
Presta conta com Deus
É que a Dona Padilha das Almas
Presta conta com Deus

 Mulambo, rainha divina  

Mulambo, rainha divina,
A deusa encantada.
Ela tem no seu gongá a segurança;
A sua estrada é marcada.
Caminhou num tapete de flores
E nem sequer se importou.
Ela deixou os seus súditos chorando
E foi viver no mundo da perdição.
Ela é rainha! Ela é mulher!
Ela é rainha! Ela é mulher!
Pedacinho de Mulambo
Para quem tem fé.
Ela é rainha! Ela é mulher!
Ela é rainha! Ela é mulher!
Pedacinho de Mulambo
Para quem tem fé.

 Barraca Velha

Ganhei uma barraca velha
Foi a Padilha quem me deu
O que é meu é da Padilha
O que é dela não é meu
A Padilha puerê, puerê, puerá

Ganhei uma barraca velha
Foi a Mulambo quem me deu
O que é meu é da Mulambo
O que é dela não é meu
A Mulambo puerê, puerê, puerá

Ganhei uma barraca velha
Foi a Cigana quem me deu
O que é meu é da Cigana
O que é dela não é meu
A Cigana puerê, puerê, puerá

Ganhei uma barraca velha
Rosa Vermelha quem me deu
O que é meu é de Rosa vermelha
O que é dela não é meu
Rosa Vermelha puerê, puerê, puerá

 A Padilha apareceu (deu meia noite)

Deu meia-noite
A lua se escondeu.
Lá na encruzilhada,
Dando a sua gargalhada
Maria Padilha apareceu.
É laroiê! É laroiê! É laroiê!
É mojubá! É mojubá! É mojubá.
Ela é odara e quem tem fé em Pomba Gira
É só pedir que ela dá.

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Pombogira Girê

Aê olha a Pombogira Girê
Aê olha a Pombogira Girá

 PomboGira é uma rosa

Dizem que PomboGiraa é uma rosa
É uma rosa que nasceu entre os espinhos
Dizem que PomboGira é uma rosa,
PomboGira é uma rosa, que floresceu nos meus caminhos

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Moça Bonita

de vermelho e negro vestido a noite um mistério traz.
de colar de cor de brinco dourado a promessa faz
se é preciso ir você pode ir peça o que quiser
mais cuidado amigo ela é bonita ela é mulher
mais cuidado amigo ela é bonita ela é mulher

e no canto da rua zombando, zombando, zombando estar
ela é moça bonita girando, girando, girando lá
e no canto da rua zombando, zombando, zombando estar
ela é moça bonita girando, girando, girando lá

oi girando laoiieieie, oi girando laoieieieie

 Maria Mulambo

Ela rasga mulambo
rasga Veludo
A Maria Mulambo sabe de tudo
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Ciganinha
Como cai sereno
Sereno como cai
A Ciganininha sereno como cai

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Maria Padilha

Sopra vento
Roda Moinho
Maria Padilha
Não me deixa Sozinho

 Lamento Dama da Noite

Estava andando na rua
Quando eu encontrei
Uma linda morena a chorar
E tinha uma rosa vermelha
Em seus lindos cabelos
Que eram de se apaixonar
E as lagrimas caiam do rosto
E molhavam sua pele
Que brilhava ao luar
Pra que chorar ? pra que chorar ?
Não chore Dama da Noite que seu homem vai voltar
Não chore mais, pra que sofrer ?
É que eu sei Dama da Noite que ele ainda ama você !

 PomboGira Cigana

Bem que eu te avisei
Que não fizesse isso comigo rapaz
Você jogou no valete e eu joguei na dama!
Amigo você não me engana!
Ainda é PomboGira Cigana

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PomboGira da Figueira

Foi numa estrada velha
Na subida de um serra,
Numa noite de luar, de luar,
Pombogira da figueira
Moça bela e faceira
Dava o seu gargalhar
Por que ela é mojubá, ela é mojubá,
ela é mojubá…

 PomboGira minha amiga

Pensei que estava chegando o meu fim
Quando olhei, ninguém perto de mim
Chamei, gritei, ninguém me respondeu
Foi então que eu senti um cheiro de rosas
E uma morena formosa
Ao sorrir me apareceu
Estendeu-me sua mão amiga
Retirou toda mandinga
Que havia em cima de mim
E partiu dizendo assim
E partiu dizendo assim
Eu sou, eu sou a dona da rosa
Sou a morena formosa
Que você enalteceu
Tanta gente lhe abandona
Todo mundo lhe engana
Todo mundo menos eu (bis)
Ela é a pomba gira
Veio me ajudar
Veio abrir os meus caminhos
Como ela outra não há (bis)

 Pomba Gira das Rosas

Era meia-noite,
lá na calunga a Pomba Gira apareceu
Iluminada pela lua,
com a sua pele nua um sorriso ela deu
Mas ela é, ela é,
ela é Pomba Gira das Rosas,
misteriosa mulher

 Ela é a Pombo Gira das Rosas

Ela é a Pombo Gira das Rosas
A moça formosa
Que exala o perfume no ar
Mora na Calunga pequena
Tem sua pele morena
Tem os olhos da cor do luar
Ela é a certeza e a bondade
E pratica sua caridade
Nos caminhos por onde passar
Ela é
A verdade é a nobreza
O fruto de amor e pureza
Que na umbanda germinou

 Padilha Rainha da Encruza

Padilha Soberana da estrada
Rainha da encruzilhada
E mulher de Lúcifer
Suprema é uma mulher de negro
Alegria do terreiro
Seu feitiço tem axé
Mas ela é , ela é ,
Ela é a rainha da encruza
É mulher de Lúcifer.